Pharmaceutical Technology Brasil Ed. 1-24

Pharmaceutical Technology 6 Edição Brasileira - Vol. 28 / Nº1 Tampões, estabilizadores, e crioprotetores Como na maioria dos medicamentos biológicos, o excipiente predominante nas formulações de terapia celular é a solução salina tamponada. Nesse caso, a solução salina é uma solução de água osmoticamente equi- librada osmoticamente equilibrada, projetada para evitar que as células sequem secar e morrer, de acordo com Ryan Guest, consultor sênior de tradução de CMC da eXmoor pharma. Além do soro fisiológico, Carole Nicco, CSO da BioSenic, observa que outras soluções isotônicas contendo substâncias químicas presentes no sangue, como o lactato de Ringer, também são usadas para ajudar a manter o equilíbrio eletrolítico e manter as células estáveis, estéreis e viáveis com capacidade proliferativa até sua aplicação. Além disso, essas soluções isotônicas isotônicas ofere- cem fácil aplicação química sistêmica e local, de acordo com Nicco. Classicamente, a maioria das for- mulações também contêm proteínas para equilibrar a solução como um tampão ou reservatório para moléculas menores e permitir o transporte por meio de transportadores de proteí- na ativos nas membranas celulares, Observações do convidado. O padrão é uma albumina (0,5-2,5%), como a albumina do soro humano. A albumina constitui 50-75% da pressão osmótica coloidal do san- gue 1-3 e desempenha um papel muito semelhante nas formulações de MSC e nas formulações de MSC e iPSC, diz Guest. Mais especificamente, a albumina é um componente útil nas formulações de terapia celular para equilibrar a disponibilidade de água durante os durante o tempo de espera do produto, a criopreservação e o des- congelamento antes da administração do produto. De fato, Guest observa que a presença de uma proteína equivalen- te nas formulações de terapia celular formulações de terapia celular tem um impacto significativo na sobrevivência das células. Nas MSCs, por exemplo, a ausência de uma proteína adequada pode reduzir a recuperação viável em 20-40%, comenta ele. Os outros excipientes importantes para produtos de terapia celular são os crioprotetores, uma vez que a maioria desses tratamentos são preservados em plantações. A criopreservação de terapias baseadas em MSC e iPSC te- rapias baseadas emMSC e iPSC usando 2-10% de dimetilsulfóxido (DMSO) em soluções contendo um alto teor de soro é um procedimento comum, observa Nicco. Ela acrescenta que embora o DMSO tenha sido usado para reduzir a formação de gelo em células arma- zenadas em nitrogênio líquido nitro- gênio líquido desde 1959, ele é tóxico, resultando em tóxico, resultando em efeitos colaterais clínicos e biológicos indesejáveis. efeitos colaterais clíni- cos e biológicos indesejados. O soro também apresenta variações e riscos de segurança. “Consequentemente, há - diz Nicco - ummovimento em direção a soluções contendo meios de biopreservação li- vres de DMSO, soro e outras proteínas, otimizados para a preservação e distri- buição de distribuição desses produtos em baixas temperaturas, seja em con- dições frias (2-8°C) ou criopreservadas condições criopreservadas (-70°C a -196 °C)”. Os novos excipientes, ela explica, eliminam os problemas de toxicidade, bem como a necessidade de excipientes de produtos humanos (soros, proteínas) que podem induzir um risco de contaminação para o medicamento. Formulações complexas envolvendo dextran-40, lactobionato, sacarose, manitol, glicose, adenosina e/ou glutationa são exemplos, de acor- do com Guest. Aplicação pretendida principal motivador da escolha do excipiente O tipo de terapia com células-tron- co geralmente não afeta a escolha dos excipientes, embora Guest observe que algumas iPSCs podem ser mais sensíveis à formulação final e às vias de administração. iPSCs podem ser mais sensíveis à formulação final, aos tempos de espera e às vias de administração. Por exem- plo, produtos anucleados, projetados especificamente para fornecer cargas úteis, têm uma capacidade reduzida de produzir proteínas ou realizar reparos celulares. Nicco acrescenta que as iPSCs e as células diferenciadas a partir delas são geralmente sistemas multicelulares, o que, segundo ela, também as torna mais sensíveis ao estresse do conge- lamento e descongelamento do que as células individuais. De modo geral, porém, tipos seme- lhantes de excipientes são usados para a preservação de terapias baseadas em células, independentemente do tipo de célula ou do método de manipulação, de acordo com Nicco. “É a via de admi- nistração, a necessidade de transporte e a temperatura de armazenamento que influenciam a escolha dos exci- pientes”, afirma ela. Aplicações especiais, por exemplo, como terapias para peles artificiais e cicatrização de feridas, podem ter pro- priedades específicas ou ingredientes adicionais para selar as feridas, obser- va Guest. Portanto, os excipientes ou scaffolds fazem parte dessas terapias. O tamanho da dosagem é outro fator importante, acrescenta ele. “Doses maiores precisam levar em conta os efeitos colaterais tóxicos dos excipientes, como o DMSO, e podem impor limites máximos ao volume total de excipientes a serem administrados”, observa ele.

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